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domingo, 8 de julho de 2018

"Nosso mestre, e nossa inspiração".

Reproduzo aqui, retirado da página "Quem Somos" do antigo site oficial do extinto Instituto Olavo de Carvalho, de Curitiba, trecho do texto de Simone Caldas, sua "Vice-Diretora", datado de 8 de agosto de 2010, seguido de link para a cópia da página, que foi recuperada através da Wayback Machine do www.archive.org.

Trecho em destaque:

...Todas as atividades desenvolvidas foram idealizadas pela Luciane, em conformidade com as orientações que já há muitos anos ela tem recebido de Olavo de Carvalho – nosso mestre, e nossa inspiração. Algumas dessas atividades são hoje dirigidas por alunos e membros do Instituto, sob a orientação da Luciane.


Leia também, neste blog: "Dele vem, dele vive, dele depende".


"Dele vem, dele vive, dele depende".

O Instituto Olavo de Carvalho operou na cidade de Curitiba, Paraná. A instituição iniciou suas atividades em 31 de março de 2010 e continuou em operação por mais alguns anos, encerrando suas atividades de forma controversa.

Reproduzo aqui, retirados da página de abertura do antigo site oficial da instituição, trechos do texto de Luciane Amato, sua "Fundadora e Diretora", seguidos de link para a cópia da página, que foi recuperada através da Wayback Machine do www.archive.org.

Trechos em destaque:

Este instituto é uma pequena e humilde extensão do trabalho de Olavo de Carvalho. Dele vem, dele vive, dele depende.

Dos ensinamentos que eternamente recebi, recebo e receberei de Olavo de Carvalho, uma parte ínfima transformou-se no que passei a denominar “bio-iatria”, termo tomado de empréstimo a Julián Marías, que sugeriu a necessidade de uma medicina para as doenças biográficas. A minha bio-iatria não tem, no fundo, nada de original: somente juntei os muitos ensinamentos de Olavo de Carvalho, sobretudo em matéria de ética, psicologia e biografia, somei estudos de Pradines, Szondi, Frankl e outros, e, caso a caso, apliquei o que aprendi, isto é, adotei um método tutorial de ensino, partindo do ponto em que se encontrava cada um dos meus alunos ao chegar até mim e tentando fazer com que se realizasse nele a operação realizada em mim pela presença de Olavo de Carvalho.

O resumo das minhas condutas interiores e exteriores, desde que entrei em contato com Olavo de Carvalho, cabe em poucas linhas. Reconheci de imediato as verdades que me foram transmitidas, ainda que na época não as compreendesse integralmente, e, se venho conseguindo lidar com essas e outras milhares de incompreensões que continuam a surgir, é porque confio nele totalmente e sei que não poderia ser de outro modo: é mesmo verdade que aprendemos mais e melhor quando amamos quem nos ensina. Reconheci, também, a minha estupidez, tratei de ficar quieta no meu canto, de estudar, de trabalhar, sem esperar nada de ninguém, disposta a dar tudo ou perder tudo o que fosse necessário para tornar-me ao menos, como ele convocava, “aspirante à espécie humana”. E adquiri, por fim, profunda repugnância a atenção e aplausos...









domingo, 31 de janeiro de 2016

Para olavettes e anti-olavettes

Por duas de R$64,50, o Sensacionalista comercializa um item essencial para que as olavettes identifiquem umas às outras nas manifestações pelo impeachment:

Alguns esclarecimentos pertinentes.

Para quem não sabe ou não mais se recorda, sou, sem absolutamente nenhum orgulho disso, ex-colunista do Mídia sem Máscara, tendo mantido uma relação distante, mas de amizade com Olavo de Carvalho - que me chamou de "Meu amigo Caio Rossi" em um artigo de 2006 -, e tive um de meus artigos lá publicados selecionado para a coletânea que compôs o livro Conspiração de Portas Abertas, como se pode verificar no site da Livraria Travessa:

Lembro-me de que a principal razão que o organizador me ofereceu para justificar a seleção do meu texto foi de que eu era o único que oferecia fontes para tudo o que era afirmado. A quem tiver o livro, sugiro que vá até o meu artigo e compare a quantidade de notas de rodapé em contraposição à que se encontra nos outros artigos. 

É com o mesmo critério rigoroso e com a máxima transparência que tenho feito todo o trabalho de exposição e análise das crenças e ações do pensador mais influente na "nova direita" brasileira, dando o meu nome e a minha cara a tapa tanto neste blog, como no Prometheo Liberto e nos Hangouts. O meu testemunho direto, somado ao que veio de outras fontes, é muito mais do que se encontra nesses meios, mas jamais fiz quaisquer dessas informações para as quais não podia oferecer provas concretas a base dos meus argumentos. Tudo o que disse sobre as crenças do Sr. Olavo de Carvalho e sua ação cultural e política foi corroborado por evidências fornecidas por ele mesmo ou associadas inequivocamente ao que ele afirmou. 

Essa empreitada de cerca de 2 anos custou-me tempo e um enorme desgaste pessoal, além de inúmeros dissabores, exigindo imensos esforços de minha parte e sacrifício do meu tempo de lazer e estudo, além de me render uma ameaça - por vias de magia negra (!!) e campanha de difamação nas redes sociais, a exemplo do que tem sido feito contra o Sr. Cassiano Tirapani - feita pelo mais idiota dos membros da família de Carvalho, o Tales de Carvalho - provavelmente o único "conservador" que disse "mano" no ar em toda a história da Rádio Vox -, de cuja tariqa sufi fui membro por algum tempo (A propósito, Sr. Tales: caso continue a fazer circular a versão de que eu teria sido expulso da tariqa, lembre-se de que tenho seus e-mails me dizendo que sabia que eu havia pedido para não me procurarem mas clamando para que eu retornasse. Sim, você é mesmo o mais idiota dos membros desse clã de gnósticos).

Mas isso tudo foi somente uma introdução para justificar o que segue:

Esse trabalho que os irmãos Velasco e eu temos desenvolvido por todo esse tempo passou a chamar muito mais atenção devido aos "entreveros" públicos recentes envolvendo Olavo e outros opositores do petismo, e sobretudo agora, com a campanha de difamação movida contra o Sr. Tirapani. Nos últimos dias, alguns perfis falsos foram criados no Facebook para apontar as contradições do gnóstico da Virgínia quanto à questão da exigência de um "necrolégio" no COF e seu uso indevido. Apesar dele afirmar categoricamente que os irmãos Velasco os teriam criado, pelo menos um dos verdadeiros donos desses perfis já veio a público (o que exigiria que ele se retratasse publicamente também).

Além disso, outras pessoas, cuja vericidade do perfil é pública e notória, têm utilizado elementos do que viemos revelando, misturados com interpretações erradas de seu conteúdo e adicionados a informações que não podem ser demonstradas - como a prática de orgias sexuais homo, hétero ou pansexuais - para se contrapor ao Olavo de Carvalho e seus seguidores. 

Quero deixar claro que essas pessoas, por mais que nos contatem nas redes sociais e nos dêem apoio público,  não fazem parte de um "coletivo" integrado e coordenado com os Velascos ou comigo, e que sou crítico de sua ação, seja na utilização de perfis "fake", seja na propagação de supostos fatos sem qualquer prova. Por mais que eu os considere frequentemente divertidos, e independente de quaisquer informações que eu possa ter que corroborassem essas afirmações, o fato é que o que tenho apontado é totalmente independente dessas especulações - assim como os itens inumerados por Carlos Velasco em post recente - e destacá-las, como se fossem o essencial da questão, quando na realidade são irrelevantes, é mera burrice. E eu prefiro que somente o outro lado conte com o apoio de um idiota. 




quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Causando "frisson".

Cassiano Tirapani é um professor de História de Santo André. Esse é seu perfil no Facebook:


Tirapani é mais um dos poucos que tiveram a hombridade de, sendo ex-olavette, tornar pública sua atual rejeição a seu antigo "tutor" através de um post em sua página pessoal da rede social. Extremamente bem escrito, seu texto revela, na forma, a dignidade e sinceridade de seu autor, demonstrando que ainda há esperanças de que a "nova direita" brasileira escape do looping de ódio alimentado pelo guru da Virgínia e que ameaça dividir nossa sociedade entre os "bonzinhos" e os "mauzinhos" para fazer o jogo de interesses que transcendem a compreensão de seus discípulos mais ferrenhos e ativos (frequentemente os mais desavisados).

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Em respeito a um astrólogo senil.

Como os posts do Esgoto da Virgínia no Facebook têm recebido cada vez menos "likes", e ele tem feito promoções desesperadas para conseguir novos alunos, sugiro que ele se candidate a uma vaga de "Consultor em Astrologia" na Estrela.com, que tem feito anúncios repetidos na rede social. E não se preocupe: tem CLT.

Pode ser uma ótima alternativa você procurar uma outra fonte de renda, pois seus amigos romenos estarão, em breve, muito ocupados enfrentando a retaliação russa.

terça-feira, 21 de julho de 2015

A elite de homens-massa.

Aécio Neves deu entrevista a Marília Gabriela em 27 de junho de 2010.

Aécio Neves em De Frente com Gabi

Aqui vocês escutam o que a grande esperança da "nova direita" disse sobre seu partido e o PT na ocasião. Na altura dos 3 minutos e 40 segundos da gravação, ouve-se:

... em algum momento - alguns dos meus aliados não gostam quando eu falo nesse aspecto, mas eu acredito muito nisso -, eu acho que vai chegar um momento em que o PT e o PSDB vão estar juntos em um projeto a favor do Brasil. Porque o que nos separa hoje é muito mais a disputa pelo poder do que diferenças ideológicas profundas, [...] porque, no momento em que nos afastamos como estamos afastados hoje, nóis [sic] damos um espaço muito grande à periferia da política,..

Qual é a "periferia da política" que ele quer tanto evitar? Ele cita os partidos pequenos, mas não incluiria também aqueles que são contra os excessos dos programas sociais, já que ele propunha expandi-los durante a campanha?

Essa "periferia da política" não seria composta também por gente como o Prof. Hermes Nery, o católico anti-abortista que não tem pudores em se juntar a gnósticos e maçons para derrubar Dilma? A julgar pelo que Aécio pensa do aborto, esse é um dos tipos "periféricos" que ele até tolera enquanto serve a seu partido na "disputa pelo poder" com o PT, mas, assim que o objetivo for alcançado, ele certamente também irá tentar isolá-los da política. 

Ser massa de manobra para um homem dos Rotschild auxiliado por um homem da J.P. Morgan e, ao mesmo tempo, servir aos propósitos de médio e longo prazo de um gnóstico sionista é a função da "nova direita" brasileira, essa auto-intitulada elite conservadora que não consegue nem mesmo entender o que um candidato registrou em entrevista e em seu programa de governo, quanto mais o projeto político-cultural e espiritual de sofisticados esotéricos.