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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Olavo de Carvalho is a loser.

Depois da pérola do "True Outspeak" - "outspeak" é verbo, portanto não pode ser modificado pelo adjetivo "true" -, Olavo de Carvalho decidiu jogar "information" no plural. 


Que porcaria de professora de inglês é essa que você recomenda, Olavo? Há mais de uma década nos Estados Unidos e ainda não consegue ler e pelo jeito nem escrever sem traduzir ao pé da letra?

Se ele morasse no Japão, certamente teria um lugar de honra no divertido site www.engrish.com, que cataloga o pseudo-inglês encontrado nas lojas do país.

Mas a qualidade do inglês do Olavo não tem importância?! Realmente não tem. E nem as fofocagens dos "círculos guenonianos" têm a ver com o que eu apontei sobretudo no mais recente Hangout do Prometheo Liberto: o Olavo, ex-representante de Schuon no Brasil, diz que a Unidade Transcendente das Religiões é irrefutável e que o esoterismo defendido por Guénon e os perenialistas em geral é conciliável com o Cristianismo. Eu provei que o perenialismo usa o satanismo como via e tem a "gnose luciferiana" como fim. 

Olavo, você não consegue debater comigo. Você perdeu. 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Como transformar um roqueiro em sufi sem ele saber

O cantor Lobão está para lançar um álbum de título "Rigor e Misericórdia". 

Assim ele explica a escolha do nome:


Por que "Rigor e Misericórdia"?

Foi por causa do Olavo de Carvalho. Estava lendo um livro dele sobre com um ensaio do  "Silêncio dos Inocentes", que é absolutamente genial. Ele diz que a poesia e a filosofia são os dois pilares. Enquanto o poeta transmite para os outros, a filosofia procura a verdade para si. A filosofia é o rigor, e a poesia é a misericórdia.
Lobão não sabe que o projeto filosófico de Olavo de Carvalho segue as linhas traçadas por Raymond Abellio: transportar o gnosticismo dos perenialistas para uma linguagem filosófica. O roqueiro não entende todas as implicações da isca que mordeu.

A contraposição rigor-misericórdia é um tema central do esoterismo islâmico
amplamente explorado por Frithjof Schuon: o primeiro termo pertence aos atributos masculinos de Allah, seu Rigor ou Majestade (Jalal), enquanto a misericórdia seria um de seus atributos femininos, expressão de sua Beleza (Jamal); filosofia contraposta à poesia é somente uma aplicação contingente dessa dualidade. 
Segundo Schuon, o Absoluto tem dois aspectos:

um horizontal, masculino, como um pênis ereto de um homem em pé, que se limita a um único plano (como o rigor da filosofia, que "procura a verdade para si"),
um vertical, feminino - como o rasgo da vagina que se projeta para baixo e se expande, "doando-se" ao gerar e ao buscar o "outro" (como a misericórdia do "poeta" que "transmite para os outros").
Lobão não sabe ainda, mas, ao engolir a conta-gotas o gnosticismo velado de Olavo de Carvalho, está virando "sufi" sem nem pensar em ser um. 
O cantor já confessou ter cooperado conscientemente com o Comando Vermelho. Em busca de redenção, ignora o papel que claramente lhe foi atribuído na "romenização" do país: o de interface do gnosticismo com a cultura pop. 
Lobão, coitado, parece-me somente um homem moderno em busca de uma alma. Temo, porém, que ele arrisque perder a única que tem. 
Mas não foi por falta de aviso. 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A mulher sapiens e os homo sapiens anti-Dilma.



Conheça melhor as lideranças dos movimentos contrários ao governo Dilma, que podem se tornar os futuros líderes políticos desta nação.


Deborah Albuquerque e Marcelo Reis, do Revoltados Online:


Deborah Albuquerque Schlem Salomão é ex-assistente de palco do programa Legendários e ex-postulante a uma participação no reality show A Fazenda. Marcelo Reis, até pouco tempo atrás, organizava protestos em conjunto com o grupo feminista Femen, de víés claramente esquerdista e anti-cristão, liderado então por sua esposa, Carla Zambelli. 

Deborah Albuquerque e Marcelo Reis em entrevista ao IG sobre protestos em agosto.


Kim Kataguiri, do Movimento Brasil Livre:


Apoiado explicitamente pela maçonaria em sua marcha mal-sucedida entre São Paulo e Brasília, sua bandana na foto parece confirmar o que diz explicitamente em entrevista à IstoÉ:  tem mais causas em comum com seu arqui-rival Jean Wyllys ou com Marcelo D2 do que crê a vã "nova direita" nacional. 



Rogério Chequer, do Vem pra Rua:


Esse lhe parece um rapaz mais transparente, sério, confiável? 
 Evidentemente que sim: ele tem o know-how da "SOAP: apresentações no estado da arte", empresa da qual é um dos proprietários e que é referência nacional na arte de construir imagens e discursos para executivos e palestrantes se venderem melhor.

Chequer sabe gerenciar sua imagem pública. Ele jamais apareceria com os cabelos descoloridos, exibindo um barrigão protuberante e um português medonho, vestindo a camiseta da maçonaria ou ostentando um símbolo GLS na cabeça com a cara de quem passou a noite ouvindo Bob Marley. 









quinta-feira, 21 de maio de 2015

Acuse-os do que você faz.

Um amigo conta que, em uma antiga lista de discussão na Internet, recomendaram ao Olavo de Carvalho que instalasse um firewall em seu computador devido aos riscos da grande rede. Após fazê-lo, ele logo voltou a postar na lista dizendo-se impressionado com as centenas ou milhares de tentativas de invasão que havia sofrido em poucos minutos e acreditando serem ataques pessoais devido ao que escrevia na grande mídia. 

Qualquer um recebe tais ataques, continuamente, por robôs virtuais que não fazem qualquer distinção quanto às suas vítimas. São tão indiferentes ao alvo quanto o mosquito transmissor da dengue. Em vez de se informar antes, mais uma vez preferiu fantasiar uma importância que nunca teve.

Ontem, algo parecido voltou a acontecer, quando os perfis facebookianos de dois dos filhos do grande filósofo teriam sido tirados do ar. Quem teria conseguido tal façanha? Segundo ele, seus críticos mais tenazes:




Um de seus alunos chegou a comprar a teoria conspiratória e a revendeu em grande estilo:



Sob esse mesmo post, convocou até um ataque em massa aos perfis dos irmãos Velasco:



Mas depois da histeria, sempre vem a marchetaria. Ou o marcheteiro, que postou, esclarecendo o ocorrido:




Se lembrarmos que a Romênia está em 45º lugar no Pisa, não surpreende o fato do filho do homem que quer "romenizar" o país não entender "por qual motivo" o Facebook o obrigou a cumprir os Termos e Condições com os quais ele havia concordado ao criar o perfil na rede social. E seria até injusto culpá-lo: Paulo Freire na escola e educação com a qualidade romena em casa deve ter efeitos realmente devastadores.

Seja como for, até este momento, os que foram injustamente responsabilizados por um ato que não praticaram aguardam uma desculpa pública que provavelmente jamais virá.

E de que lado partiu a acusação injusta, esse histrionismo persecutório? Do mesmo lado que estupidamente já confessou ter usado de meios ilícitos na internet. É o "Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz". 


A propósito, diante do ocorrido, recordei que havia repassado ao Olavo, em 05 de julho de 2006, este link para um artigo no site do Channel 4, já não mais ativo mas cujo conteúdo está agora aqui, em que se diz que documentos demonstram que George W. Bush e Tony Blair discutiram a possibilidade de camuflar um avião americano com as cores das Nações Unidas para que ele entrasse no espaço aéreo iraquiano, fosse derrubado e então se pudesse acusar Saddam Hussein de violar as condições acertadas com a instituição e conseguir seu apoio à Guerra do Iraque. 

Ele me respondeu no dia seguinte com essas palavras (grifos meus):


Esse moralismo anti-Bush está deixando você meio bobo. Qualquer criança sabe que o engodo e a mentira são da essência mesma da arte da guerra. Mas, contra George W. Bush, vale até acusá-lo de ser mau por querer enganar o inimigo.


Diante dessa versão luciferina do conceito de "guerra justa" agostiniana, qualquer criança desconfia da sinceridade das injustas suspeitas lançadas. 

É esse o embrião da nova elite política do Brasil pós-PT? 

sábado, 16 de maio de 2015

A Síndrome de Bloomington.

vista da cidade de Bloomington, Indiana

Entre as síndromes "toponímicas" registradas pela Psiquiatria, a mais conhecida talvez seja a de Estocolmo, em que a vítima de uma violência contínua, ao não conseguir se livrar da situação, desenvolve uma doentia simpatia pelo agressor.

Mas há também a Síndrome de Paris, que tem acometido turistas chineses que se desencantam com a Cidade Luz, a Síndrome de Stendhal, que costuma incidir entre jovens europeus impactados pela arte da Renascença, e a Síndrome de Jerusalém, que acomete judeus mas sobretudo evangélicos que saem da cidade - ou lá permanecem, em hospitais psiquiátricos - acreditando-se uma célebre personalidade bíblica.


Creio ter descoberto uma nova síndrome do gênero, ainda não catalogada em nenhum DSM: a Síndrome de Bloomington, cidade-sede da tariqa de Frithjof Schuon. As pessoas acometidas por essa variedade voltam de lá acreditando-se um ser divino, talvez a própria Deusa Mãe, com poderes para excomungar cardeais e até mesmo papas.

Há indícios também de que, entre os sintomas, esteja o delírio de que é necessário manter relações sexuais com homens negros para fins mágico-ritualísticos, o que dá um tom politicamente correto e "inclusivo" ao transtorno, pois se aceitaria até um medíocre poeta negro advindo das favelas cariocas para esse fim. 


Como não há indícios dessa síndrome entre a maioria dos que passaram pela cidade, acredito que sejam mais suscetíveis aqueles que já portavam algum tipo de distúrbio psiquiátrico antes. Sobretudo aqueles que abandonaram o tratamento sem receber a devida alta médica.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Pequeno Gafanhoto


Há indícios de uma grande insatisfação ameaçando a unidade do movimento pelo impeachment de Dilma. Segundo alguns líderes com menor destaque, eles estariam sendo preteridos em favor de Kim Katiguiri, que julgam também ser centralizador demais. Além disso, ele receberia um apreço especial por parte do mestre Olavo de Carvalho

É pelo menos o que sugerem posts como esses, retirados do Facebook:





Pode-se ver logo acima que o mestre pediu ajuda para seu Gafanhoto preferido. E ela chegou (atentem para as camisetas):

imagem extraída deste vídeo.
É o remake nacional do seriado que fez tanto sucesso nos anos 70:







terça-feira, 5 de maio de 2015

Em defesa do Pe. Paulo Ricardo.

Acredito que o Foro de São Paulo tenha tirado do ar a página do site pessoal do Pe. Paulo Ricardo onde ele analisava a condição do católico comunista.

Como não podemos ficar sem sua competentíssima análise do cânone da Igreja, disponibilizo a todos os interessados o conteúdo que foi certamente apagado de seu site pessoal por algum hacker esquerdista, pois sabemos que ele, um bravo soldado no combate pela liberdade e na defesa da Verdade, jamais retiraria do ar um parecer tão contundente sem oferecer maiores esclarecimentos aos que se pautavam, até recentemente, pelo conteúdo tristemente subtraído.

Este é o fác-simile da página:

Outrossim, gostaria também de tranquilizá-los quanto ao acesso ao áudio da explicação. Ele pode ser baixado em um arquivo zip por qualquer um a partir deste link.

No que depender de mim, comunistas, maçons, luciferianos, perenialistas, astrólogos e sofiologistas não triunfarão sobre a Igreja.

Pode contar comigo, Pe. Paulo Ricardo.